• João Escapelato

Estudo aponta potencial de segmentos econômicos e regiões do estado

Trabalho elaborado pela Invest será base para programa de desenvolvimento baseado em vocações regionais

Um estudo feito pela Invest Paraná apontou os principais segmentos e regiões com potencial inovador e que podem incrementar a economia do Estado, especialmente no período de retomada pós-pandemia. O estudo será base para um programa de desenvolvimento focado em vocações regionais.


A iniciativa foi tema da reunião dos secretários do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, da Justiça, Família e Trabalho, Mauro Rockenbach, do presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, e técnicos do órgão, realizada nesta segunda-feira (31). Além das secretarias representadas no encontro estão envolvidas a Agricultura e Abastecimento e Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas. Também fazem parte o Instituto Água e Terra; o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR); a Paranacidade; o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes); e representantes de universidades estaduais e comunidade local.


O estudo feito pela Invest Paraná foi baseado em experiências da Alemanha e do Japão. Os dois países utilizam a metodologia de valorizar a produção em pequenas regiões, atendendo as demandas dos grandes centros.


Os setores de alimentos e turismo foram apontados como grande potencial econômico, principalmente no período pós-pandemia. A Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e Turismo vai contribuir com a análise ambiental, promoção de workshops, elaboração de estratégias de desenvolvimento, divulgação do plano de implementação e ações de apoio.


“Selecionamos os ativos com potencial de mercado já relatados no Programa Arranjos Produtivos Locais e o colocamos em prática. Para isso usamos as metodologias de desenvolvimento brasileiras e internacionais”, disse o diretor da Invest Paraná, Giancarlo Rocco, responsável pelo estudo, juntamente com o técnico de Desenvolvimento Econômico, Bruno Banzato. “Vamos colocar inovação e agregar valor às cadeias produtivas de alimentos e turismo”, completou.


Com AEN


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